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Maio de 2009    N°57

 

ALERTA PARA SURTO DE GRIPE MAIS LETAL

CONSELHOS IMPORTANTES PARA  PREVENIR O CONTÁGIO PELA GRIPE H1N1 (GRIPE A)

CRISE PODE AUMENTAR ACIDENTES DE TRABALHO

PREVENÇÃO REDUZ ACIDENTES MORTAIS DE TRABALHO

PROGRAMA DE TREINAMENTO COASTAL

GRIPE H1N1 (GRIPE A):
TUDO O QUE PRECISA DE SABER (SOMENTE EM IGLÊS)

 


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Alerta para surto de gripe mais letal

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para a possibilidade de haver uma segunda onda de contágios da gripe A (H1N1) ainda mais mortal. Especialistas portugueses estão preocupados com a possibilidade de uma recombinação da nova estirpe com o vírus da gripe sazonal, tornando-se mais agressiva.

A indústria farmacêutica espera receber instruções na próxima semana para começar a fabricar uma vacina, que depois levará até 12 semanas a chegar ao mercado.

Por enquanto ainda há um grande desconhecimento do novo vírus, o qual pode sofrer uma mutação com o vírus da gripe sazonal, diz ao CM a epidemiologista do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge, Cristina Furtado. "Não se conhecem bem as características desta estirpe e as mutações virais são sempre uma surpresa, pelo que se assiste a alguma lentidão nas investigações", admitiu.

Segundo a especialista, que integra a Comissão de Emergência do Ministério da Saúde para esta crise pandémica, são "necessários ensaios clínicos em humanos".

Para já, sabe-se que o vírus pode ser transmitido a outras pessoas durante os sete dias em que o doente tem sintomas, mas também antes do aparecimento destes, durante o período de incubação do vírus, de quatro a cinco dias, quando não há sinais de febre ou tosse. "Tal como a sida, a pessoa infectada com o vírus da gripe durante o período de incubação pode infectar outros e não saber que está infectada, exemplificou.

CASO PORTUGUÊS CONFIRMADO

A portuguesa de 31 anos, o primeiro caso confirmado em Portugal "já teve alta clínica e tratou-se sem recorrer aos antivirais", medicamentos considerados mais eficazes no combate ao vírus.

A "boa condição física" da paciente terá sido determinante para a melhoria do seu estado. Não existem outros casos em investigação laboratorial no Instituto Ricardo Jorge e os passageiros que viajaram com a doente foram "identificados e contactados individualmente" para saber se houve alguma evolução do seu estado de saúde, disse ontem a ministra da Saúde, Ana Jorge. Segundo Fernando Maltez, director do Serviço de Infecciologia do Hospital Curry Cabral, "nem todas as pessoas precisam de antivirais para tratar uma gripe".


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Fonte:www.correiomanha.pt
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Partilhe estes conselhos importantes com a sua equipa e família para ajudar a prevenir o contágio pela Gripe H1N1 (Gripe A):

1) Tenha sempre as mãos limpas, lavando-as cuidadosamente com sabonete e água ou utilizando um produto de esterilização das mãos à base de álcool.

2) Procure os cuidados de um médico caso apresente sintomas semelhantes aos da gripe.

3) Utilize o equipamento de protecção pessoal respectivo para minimizar a exposição.

4) Se está doente, fique em casa até estar totalmente recuperado.

Crise pode aumentar acidentes de trabalho

O ano passado foi o melhor de sempre, com o menor número de acidentes mortais no trabalho desde que há registos, mas Luís Lopes, coordenador executivo para a Promoção da Saúde e Segurança no Trabalho, reconhece que a crise aumenta o risco de acidentes.

"Admito que possa haver algum aumento e as razões prendem-se não só com alguma eventual quebra no investimento na prevenção e na segurança, mas com menor formação de alguns trabalhadores contratatos menos qualificados ou com algum stress por verem os seus empregos em crise, o que concorre de uma forma directa ou indirecta para haver maior risco", considera.

A Autoridade para as Condições do Trabalho defende, no entanto, que se as empresas cortarem na segurança estão a cometer um erro.

"Algumas empresas pensam que podem poupar cortando nos investimentos da segurança, estes não se chegam a fazer ou são reduzidos. Há a ideia de que os trabalhadores estarão dispostos a correr mais riscos para garantirem o emprego, o que é uma falsa questão porque aí não há poupança nenhuma existe antes o risco de sair muito caro", afirma.

No Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho, 28 de abril, a Autoridade para as Condições do Trabalho entregou, no Parlamento, um relatório sobre as medidas que prometeu tomar para combater os acidentes laborais.

Fonte:http://tsf.sapo.pt/
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Prevenção reduz acidentes mortais de trabalho

O número de acidentes de trabalho mortais em Portugal caiu de 163 em 2007 para 120 em 2008 mostrando que "a sociedade está a valorizar a prevenção", de acordo com o responsável nacional pela Segurança e Saúde no Trabalho.

"As mentalidades estão a mudar, a sociedade está a ir no bom caminho e a valorizar a prevenção", disse em entrevista à agência Lusa o Coordenador Executivo para a Promoção da Segurança e Saúde no trabalho, Luis Lopes.

Os dados tratados pela Autoridade para as Condições do Trabalho até 15 de Abril referem que neste período de 2009 ocorreram 31 acidentes de trabalho mortais, 17 dos quais na construção civil, e o mês de Janeiro foi o que registou maior sinistralidade (10 acidentes mortais, 7 dos quais na construção).

Para Luis Lopes, "mais importante que a redução do número de acidentes mortais é a tendência que se tem vindo a acentuar no últimos 10 anos em termos de sinistralidade. E isto não se deve ao arrefecimento da economia, como muitos defendem, é fruto do empenho dos governos e dos parceiros sociais na prevenção e na promoção da Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho", disse este quadro da Autoridade para as Condições do Trabalho.

O coordenador Executivo para a Promoção da Segurança e Saúde no Trabalho (PSST) defendeu que a mensagem da prevenção é para manter, "porque está a dar frutos" e porque os bons resultados obtidos ao nível da sinistralidade não são apenas resultado da legislação aplicada.

"A cultura da Prevenção está a implementar-se, é uma batalha que está a ser ganha", afirmou.

Segundo a Autoridade para as Condições do Trabalho, nos últimos anos tem ocorrido uma média de 250 mil acidentes de trabalho por ano, com maior e menor gravidade.

Fonte: http://aeiou.expresso.pt
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Gripe H1N1 (Gripe A): tudo o que precisa de saber
(somente em inglês)
H1N1 Flu (Swine Flu): What You Need To Know (General office version)

Respondendo aos inúmeros pedidos de clientes, a Coastal Training Technologies Corp. acabou de lançar novos programas concebidos para informar e proteger os seus pacientes e a sua equipa contra a ameaça da Gripe H1N1 (Gripe A). Estes programas informativos ajudarão a responder a perguntas básicas sobre a Gripe H1N1 afastando também os receios excessivos.

Gripe H1N1 (Gripe A): tudo o que precisa de saber (versão geral para escritório) debatem os tópicos importantes seguintes:

• O que é o H1N1 e como se transmite?


• Sintomas e tratamentos


• O que fazer em caso de exposição


• Higiene das mãos

O programa sobre a Gripe H1N1 (Gripe A) está agora disponível em inglês com  um valor de introdução especial de €149 (preço normal €299).

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